sábado, 9 de julho de 2016
domingo, 17 de janeiro de 2016
II CONGRESSO DE TRADIÇÕES DE MATRIZES AFRICANAS NO CARIRI
Este congresso tem como intuito abordar a realidade das tradições de matrizes africanas, esclarecendo o que as mesmas têm de importante para toda a sociedade brasileira na perspectiva de valorizá-las e desconstruir conceitos estereotipados sobre a cultura afro-brasileira.
Este é uma continuação e evolução do I Congresso de Religiões de Matriz Africana no Cariri, realizado em fevereiro de 2014 no IFCE Campus Juazeiro do Norte, em três dias, onde contamos com o apoio da Prefeitura de Juazeiro do Norte, UFCa, IFCE, Fundação Palmares, CCBNB, Sesc e Terreiros de Candomblé (Maiores detalhes em candomblecariri.blogspot.com.br). A troca do nome foi devido a expansão que este evento tomou, deixando de tratar exclusivamente de religiões e abrangendo toda a cultura negra.
Programação
17 de fevereiro de 2016
Ø Às 18H- SESC de Juazeiro do Norte-CEARÁ
Ø Abertura: Apresentação artística: Grupo Afro Semba do Trovão(Dança de divindades bantu)
Ø Palestra: MESA 1: "Religiões de Matrizes Africanas: Uma fé que resistiu aos chicotes e fogueiras”
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
18 de fevereiro de 2016
Ø 15H- Oficina Pambu Njila- Saúde dos povos de terreiros- DST/AIDS-Secretaria de Saúde de Juazeiro do Norte e ABEMAVI (Local a confirmar nos próximos dias);
Ø 18H no Crato(Auditório a confirmar):
· Apresentação artística: Grupo Samba di Rumbê(Samba-de-roda)
· Palestra: MESA 2: "A cor da violência: na mídia, em casa, na cadeia e na sociedade"
Ø (horário e local a confirmar)· Projeto Ponto Doc-Cine-afro na escola-)-Juazeiro do Norte
· Exibição de um documentário sobre tradições afro e em seguida discursão com um convidado e o público.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
19 de fevereiro de 2016
- Juazeiro do Norte(Auditório a confirmar)
Ø 16H-Oficina de colares africanos(Local a confirmar nos próximos dias);
Ø 18H-Palestra: MESA 3: "Racismo- Chicote na escola: Intolerância religiosa, Bulling racial e a lei 10.639/03”
------------------------------------------------------------------------------------------------
20 de fevereiro de 2016
Ø 15H- Oficina Lemba- Saúde mental de povos de terreiros -Secretaria de Saúde de Juazeiro do Norte e ABEMAVI (Local a confirmar nos próximos dias)
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
21 de fevereiro de 2016-18H
· Festa tradicional de Matriz Bantu no Terreiro realizador desta evento:
Ø Cânticos e danças tradicionais de matriz bantu;
Ø Comes e bebes afro
Ø Música ao vivo
17 de fevereiro de 2016
Ø Às 18H- SESC de Juazeiro do Norte-CEARÁ
Ø Abertura: Apresentação artística: Grupo Afro Semba do Trovão(Dança de divindades bantu)
Ø Palestra: MESA 1: "Religiões de Matrizes Africanas: Uma fé que resistiu aos chicotes e fogueiras”
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
18 de fevereiro de 2016
Ø 15H- Oficina Pambu Njila- Saúde dos povos de terreiros- DST/AIDS-Secretaria de Saúde de Juazeiro do Norte e ABEMAVI (Local a confirmar nos próximos dias);
Ø 18H no Crato(Auditório a confirmar):
· Apresentação artística: Grupo Samba di Rumbê(Samba-de-roda)
· Palestra: MESA 2: "A cor da violência: na mídia, em casa, na cadeia e na sociedade"
Ø (horário e local a confirmar)· Projeto Ponto Doc-Cine-afro na escola-)-Juazeiro do Norte
· Exibição de um documentário sobre tradições afro e em seguida discursão com um convidado e o público.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
19 de fevereiro de 2016
- Juazeiro do Norte(Auditório a confirmar)
Ø 16H-Oficina de colares africanos(Local a confirmar nos próximos dias);
Ø 18H-Palestra: MESA 3: "Racismo- Chicote na escola: Intolerância religiosa, Bulling racial e a lei 10.639/03”
------------------------------------------------------------------------------------------------
20 de fevereiro de 2016
Ø 15H- Oficina Lemba- Saúde mental de povos de terreiros -Secretaria de Saúde de Juazeiro do Norte e ABEMAVI (Local a confirmar nos próximos dias)
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
21 de fevereiro de 2016-18H
· Festa tradicional de Matriz Bantu no Terreiro realizador desta evento:
Ø Cânticos e danças tradicionais de matriz bantu;
Ø Comes e bebes afro
Ø Música ao vivo
sábado, 9 de janeiro de 2016
I DIA DE JUSTIÇA NO TERREIRO CARIRI
Um diálogo com representantes da justiça sobre INTOLERÂNCIA RELIGIOSA, este mal que vem massacrando tantas pessoas há muito tempo.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
I DIA DE SAÚDE NO TERREIRO-CARIRI
Um evento muito proveitoso para toda a comunidade presente. Recebemos representantes de alguns grupos sociais que tiveram a oportunidade de conhecer um terreiro de tradição afro.
O evento iniciou às 16 H com uma saudação ao nkisi Pambu Njila(guardião das ruas)e após teve uma fala de acolhida do Tata Mutaruessy(Pai Samuel) que falou da importância do momento e agradeceu a presença de todos.
Foram exibidos dois vídeos que estão disponíveis no site youtube:
1- O cuidar no terreiro;
2-Saúde no terreiro;
Em seguida foi feita saudações às divindades que agem na saúde do ser humano(katende, Kavungo...), onde foi feito o rito do massangu ye jinsaba nzambiri(pipoca e folhas sagradas) e também ao nkisi patrono da casa, Tatetu Nzazi, Senhor da justiça.
Logo após, Pai Samuel deu a palavra ao Ronildo Oliveira, que apresentou cada um dos profissionais da saúde que vieram realizar o evento e fez uma abordagem geral sobre cada doença que foi trabalhada neste evento, com exames, prevenção e vacinas. Foram sorteados alguns brindes para os presentes.
Em seguida deu-se início aos serviços disponíveis apresentados no cartaz acima postado.
Por volta das 18:30, o Tata Mutaruessy e a Mametu Ndenge Ndamerewa(Mãe Lídia) iniciaram a palestra sobre "ERVAS SAGRADAS E MEDICINAIS",onde foi exposto para todos presentes, algumas plantas, raízes e cascas comuns no terreiro, mostrando uso litúrgico e medicinal.
Foi um domingo de cuidado para aqueles que estão em contato com o sagrado. Momentos de descontração e valorização dos participantes do terreiro.

O evento iniciou às 16 H com uma saudação ao nkisi Pambu Njila(guardião das ruas)e após teve uma fala de acolhida do Tata Mutaruessy(Pai Samuel) que falou da importância do momento e agradeceu a presença de todos.
Foram exibidos dois vídeos que estão disponíveis no site youtube:
1- O cuidar no terreiro;
2-Saúde no terreiro;
Em seguida foi feita saudações às divindades que agem na saúde do ser humano(katende, Kavungo...), onde foi feito o rito do massangu ye jinsaba nzambiri(pipoca e folhas sagradas) e também ao nkisi patrono da casa, Tatetu Nzazi, Senhor da justiça.
Logo após, Pai Samuel deu a palavra ao Ronildo Oliveira, que apresentou cada um dos profissionais da saúde que vieram realizar o evento e fez uma abordagem geral sobre cada doença que foi trabalhada neste evento, com exames, prevenção e vacinas. Foram sorteados alguns brindes para os presentes.
Em seguida deu-se início aos serviços disponíveis apresentados no cartaz acima postado.
Por volta das 18:30, o Tata Mutaruessy e a Mametu Ndenge Ndamerewa(Mãe Lídia) iniciaram a palestra sobre "ERVAS SAGRADAS E MEDICINAIS",onde foi exposto para todos presentes, algumas plantas, raízes e cascas comuns no terreiro, mostrando uso litúrgico e medicinal.
Foi um domingo de cuidado para aqueles que estão em contato com o sagrado. Momentos de descontração e valorização dos participantes do terreiro.

sábado, 5 de setembro de 2015
Racismo institucional
Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/09/relatorio-apresentado-na-onu-diz-que-brasil-tem-racismo-institucional.html
Relatório da ONU diz que Brasil tem racismo institucional
'Hierarquias raciais são culturalmente aceitas', diz relatório. Relatoras independentes visitaram o país em dezembro do ano passado.
12/09/2014 13h13 - Atualizado em 12/09/2014 14h09
Do G1, em São Paulo
O Brasil não pode ser chamado de democracia racial, mas é caracterizado por um "racismo institucional, em que hierarquias raciais são culturalmente aceitas", segundo estudo publicado no dia 4 de setembro e que deverá ser aprovado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU no dia 23 de setembro.
O documento foi produzido por Mireille Fanon-Mendes France e Maya Sahli, duas relatoras independentes escolhidas pela ONU, que visitaram o país entre 4 e 14 de dezembro do ano passado. Elas se reuniram com autoridades do governo em Brasília, Pernambuco, Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro.
Segundo o documento, a participação dos afrodescendentes na economia nacional é de apenas 20% do PIB, apesar de representarem mais da metade da população do Brasil. O desemprego é 50% maior entre os "afro-brasileiros" do que entre os descendentes de europeus, enquanto a média salarial entre os afrodescendentes é de US$ 466, quase metade dos US$ 860 dos descendentes de europeus.
"O racismo permeia todas as áreas da vida, no entanto, tem sido difícil aos afro-brasileiros para levantar e discutir o assunto" já que ainda existe o "mito da decodracia racial" no país, diz o relatório. "Isso é frequentemente usado por políticos conservadores para descreditar ações afirmativas e políticas e leis direcionadas (aos afrodescendentes)", acrescenta.
As relatoras também afirmam que notaram que o círculo de pobreza, habitação e educação inadequadas, oportunidades de emprego limitadas e desafios da justiça "continuam a afetar as vidas de afro-brasileiros em múltiplos níveis e os deixam marginalizados". Segundo o documento, "a educação ainda é uma das maiores áreas de discriminação e uma das principais fontes de desigualdade".
O relatório também conclui que uma lei que incrimine o racismo é um passo bem vindo para a luta contra o racismo a grupos marginalizados. "É importante que essa lei seja implementada completamente", afirma.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Conheça o nosso terreiro
O Terreiro de Candomblé de Nação Angola Nzo Ngana Nzazi(Casa do Senhor do Trovão) tem como matriarca a Mam'etu Nkisi Maleozazi(Mãe Socorro).
Tata Ndenge (Mutaruesy(Pai Samuel) e Mametu Ndenge Ndam'erewa(Mãe Lídia).
Endereço do Terreiro: Rua Padre Silvino Moreira, 120, Bairro Limoeiro, Juazeiro do Norte-CE.
Referência: Rua lateral aonde está sendo construído o Shopping Juazeiro(de Raimundão).
A casa teve origem na Umbanda durante muitos anos com o nome de Barracão do Rei Xangô. Em 2002, com a iniciação da Mãe Socorro, a mesma começou seu trajeto no mundo do candomblé, nação Angola e Raiz Goméia. A matriarca foi iniciada pelo Tata Anican. O Pai Samuel pelo o in memorian Tata Makamba(RJ) e com o falecimento do mesmo, ambos tomaram obrigação com o Tata Mufumbi Kitambo da raiz Muxitu-RJ, do mesmo Nzo do Tata Makamba e descendente também da Goméia.
O terreiro atualmente é referência do Candomblé de Nação Angola no estado do Ceará, já que encontra-se no mesmo, resgate da cultura bantu e um aprofundamento do culto ao nkisi, tão pouco conhecido ainda no Brasil, apesar dos bantos terem sido os primeiros africanos a pisar neste país.
Texto de Tata Mutaruessy(Pai Samuel Esmeraldo)
Assinar:
Postagens (Atom)















